February 16, 2017
Atenção! Esse é um post forçadão!
Aconteceu o que eu temia: fiquei sem atualizar o blog por mais de 1 mês. Eu sei que pra quem lê essa é a frase mais chata ever. Mas esse blog é meu e eu faço com ele o que eu bem entender! HÁ!
Papo sério: aprender Unity não é fácil. A interface é tranquila porque já havia pegado o jeito há alguns anos, lá atrás na versão 3. Porém aprender sobre o framework, os métodos, o que, onde, por que… são outros quinhentos. Fora a nova linguagem, C# que, apesar de bem parecida com JavaScript, não é JavaScript. Eu tentei programar por lá em JavaScript, porém o negócio deles é diferente e o que conheço da linguagem como válida, lá é um outro trem. E reaprender o JavaScript deles pra mim é o mesmo que aprender outra linguagem. Então C# é o negócio!
O que pega também é que estou fazendo um jogo 2D e a interface do Unity tem tanto suporte a 3D que fica tudo um pouco confuso. A começar pela câmera, que às vezes é uma salada pra se movimentar. Outra coisa é o suporte a sprites, que parece simples, mas dá uns bugs de renderização que requerem uns hacks manuais, como esse daqui. Esses hacks me fazem questionar se a ferramenta está mesmo preparada para o 2D.
Como sou bem multimídia e deixo os devaneios me levarem onde eles quiserem por conta desse calor insano dessa cidade (uau, essa reclamação foi muito além do que eu esperava!) eu também resolvi pegar mais 2 projetos em paralelo. Um deles é um app para um amigo que não posso falar a respeito, feito em frontend web: JavaScript, HTML, CSS e aqueles frameworks deliciosos que tem por aí. O outro é aprender um framework frontend, tanto pra esse projeto quanto pro meu currículo: o Vue (se pronuncia como a palavra em inglês view). Ele me chamou a atenção por 2 motivos: não é Angular e não é React. Eu desenvolvi muita coisa nos últimos anos em Angular e ele mora no meu coração, porém é um trem pesado à beça e a versão 2 é muito pra minha cabeça. React parece lindo e maravilhoso, mas tem algo no time do Facebook que não me agrada e aí o preconceito instinto bate forte. Eu sei que ainda terei que aprender React um dia, mas estou me divertindo com o Vue e achando mais poderoso que qualquer coisa. Em tempo: JSX é a coisa mais deliciosa que já inventaram.
Enfim, fiz um parágrafo imenso que não tem nada a ver com o jogo. Fiz porque esse é um post forçadão, eu avisei!
Mas e o tal bônus? Ah, sim! Eu tive mais uma ideias para um personagem. O Alvaro (que já foi Zero e Antonio), o único humano do time da Lumi e seu guarda-costas oficial a pedido da mãe, terá um poder esquisito em algum momento da história. Ele poderá retomar sua juventude e, nessa forma, ele deixa de ser ranzinza pra ser um baita boca suja. Fica mais atiradão, mais nervoso e xinga tudo que vê. A princípio, pro jogo permanecer familiar (ou seja, crianças poderem jogar e eu não ser xingado por mães por aí), eu pensei no xingamento ser uma palavra com o som parecido ao xingamento, mas não ser ele em si. Uma espécie de auto-censura como fazem em Battlestar Galactica e tantos outros por aí. Eu gostei tanto dessa ideia que já imaginei cenas onde usar e tudo mais.
Falando nisso, esse é um outro tópico que eu deveria logar por aqui: os personagens, suas motivações e suas histórias. Mas vou deixar isso pra outro post. No fundo, eu tenho um certo receio de alguém copiar, mas analisando bem, é parte da proposta desse site - eu não posso impedir cópias, eu não sei se quero e se alguém usar eu considero que minha ideia foi boa o bastante pra tal! :)
É isso por agora. Aproveitei todo o café nesse texto, porém vou lá desenvolver mais um pouco pra ter o que postar aqui ainda essa semana em breve!